Artistas

MÁRIO LAGINHA com MIGUEL AMARAL


7 de março

Teatro Capitólio

Hora: 15h00

Bilhete Individual

Hora: 22h00

Bilhete Individual

MÁRIO LAGINHA tem sido sobretudo conotado com o mundo do jazz. Mas a sua música passa igualmente pelas sonoridades brasileiras, indianas, africanas, pela pop e o rock, e pelas bases clássicas que o formaram. O seu percurso tem sido de partilha constante com outros músicos e criadores. Desde logo, com Maria João, com quem gravou mais de uma dezena de discos, mas também com os pianistas Pedro Burmester e Bernardo Sassetti, o cantor Camané, e, claro, os músicos que compõem os seus dois trios: Bernardo Moreira (contrabaixo) e Alexandre Frazão (bateria), do Mário Laginha Trio; Julian Argüelles (saxofone) e Helge Norbakken (percussão), do LAN Trio.

Tocou e gravou com músicos como Trilok Gurtu, Gilberto Gil, Lenine, Ralph Towner, Manu Katché, Howard Johnson, Django Bates, André Mehmari, Hamilton de Holanda, Wolfgang Muthspiel, Armando Marçal, Dino Saluzzi, Kai Eckhardt, Tcheka, entre outros.

Com uma sólida formação clássica, Mário Laginha compôs para várias formações, incluindo a Big Band da Rádio de Hamburgo, a Big Band da Rádio de Frankfurt, a Orquestra Filarmônica de Hanôver, a Orquestra Metropolitana de Lisboa, o Remix Ensemble, o Drumming Grupo de Percussão e a Orquestra Sinfónica do Porto. Além disso, também compõe para cinema e teatro. Em Dezembro de 2024, Mário Laginha foi o artista em destaque na Spotlight Series da Berklee College of Music (Boston, EUA).

MIGUEL AMARA nasceu no Porto em 1982. O seu primeiro contacto com a música surge aos 6 anos, por intermédio da professora Madalena Leite de Castro com quem estudou piano. Fascinado pela música de Carlos Paredes, inicia os seus estudos de guitarra portuguesa com Samuel Cabral, José Fontes Rocha e mais tarde com Pedro Caldeira Cabral.

Tem-se apresentado regularmente em recitais a solo, bem como inserido em agrupamentos de música de câmara e orquestras tendo passado por salas como Casa da Música, Fundação Calouste Gulbenkian, Culturgest, Centro Cultural de Belém, Teatro Solis (Montevideo), Centro Cultural Kirchne (Buenos Aires), Teatro Nescafé (Santiago do Chile), FIL Guadalajara (México), Queen Elisabeth Hall (Antuérpia), Philarmonie du Luxemburg (Luxemburgo), Auditório Nacional de Música (Madrid), Helsinki Music Centre (Helsínquia), Cidade das Artes (Rio de Janeiro), Teatro Mossoveta (Moscovo). Tem trabalhado com as orquestras Philaromonie du Luxembourg, Real Filharmonía de Galícia Galicia, Helsinki Baroque Orquestra, Antwerp Symphony Orchestra, Orquestra Metropolitana de Lisboa, Orquestra Sinfónica do Porto, Orquestra Sinfónica Portuguesa sob a direcção dos maestros, Peter Rundel, Dirk Brossé, Brad Lubman, Pedro Neves e com os agrupamentos Ensemble Darcos, Os Músicos do Tejo e Ensemble Pulcinella.

Do seu trabalho como compositor destacam-se, para além das peças para guitarra portuguesa solo, as obras: Luz de Outono - para guitarra portuguesa e orquestra barroca (Os Músicos do Tejo; Helsinki Baroque Orchestra); Fuga para um dia de Sol - para guitarra portuguesa, piano e contrabaixo (Mário Laginha Novo Trio); Quatro lamentações para um amor perdido - para dois sopranos, guitarra portuguesa, violoncelo e baixo contínuo (Ensemble Pulcinella); Fado D'arcos - para voz, guitarra portuguesa, piano, harpa, violino, viola, violoncelo e contrabaixo (Ensemble D'arcos), Elegia a Gabriel Fauré - para violino e piano (Trio Pangea).

Em 2023 estreia o Concerto para Guitarra Portuguesa e Orquestra de Dimitris Andrikopoulos. Da sua discografia em nome próprio constam o álbum Chuva Oblíqua para Guitarra Portuguesa Solo e o álbum Saudade, em duo com o músico brasileiro Yuri Reis (violão de 7 cordas) onde aborda música tradicional brasileira e o repertório tradicional da guitarra portuguesa. É Licenciado em Direito pela Universidade Católica Portuguesa.

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